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Por: Eduardo Vol
Jogo Rápido
Gráficos - 7.5
Som - 8.5
Jogabilidade - 9.0
Faça sua reserva em uma ilha paradisíaca dos horrores.
Muito foi falado de Dead Island, com o seu trailer polemico e algumas fotos muitos pensaram que iriamos ver mais um Left 4 Dead em uma versão de Lost, mas aos poucos o pessoal viu que não era aquilo. Desenvolvido pela Techland e distribuído pela nossa querida Valve o game se passa em um resort tropical localizado na Papua Nova Guiné onde todos os turistas após uma grande festa descobrem que misteriosamente a ilha foi infestada de zumbis. Entre as dezenas de sobreviventes estão Sam B, Logan, Purna e Xian Mei que são os 4 personagens jogáveis. Durante o jogo, você irá ficar fazendo favores para meio mundo em 3 ambientes que são a Ilha, a Cidade e a Selva, ambos infestado.
O jogo surviver horror com elementos de RPG muito bem introduzido te dará a oportunidade de explorar a ilha desvendando os mistérios e as descobertas de como todo a ilha se transformou em um apocalipse zumbi. No game você não dependerá das armas de fogo para prosseguir (ainda bem que não, depois explico) e sim das armas brancas como machados, marretas, facões, serras elétricas e até kitanas. Você encontrará um grande numero de armamentos e itens para você se equipar e personalizar suas armas, as armas de fogo são um desastre a parte que deixarei para comentar depois. Também contamos com bastantes upgrades que são adicionados de acordo com os níveis que você upa, porque quanto mais zumbis e objetivos que você completa, mais experiencia você ganhar para ir upando, estes upgrades poderão fazer toda a diferença para a sua sobrevivência.
Em certos momentos do jogo como quando você realiza algumas quests na ilha, quando você está na beira da praia e tal vocês irão ter uma vista linda com gráficos e jogos de luz e sombra grandiosos, mas em alguns outros casos você irá ver um trabalho mal acabado nos gráficos e texturas ruins. O som é quase indiferente pois grande parte do jogo é em silencio, ponto extra ao som do impacto das marretas estourando os zumbis. A jogabilidade é o ponto forte do game pois o seu estilo FPS e RPG deu ao jogo uma boa cara e que não deixa a jogabilidade pecar em nada. E para melhorar o jogo temos uma barra de folego que caso nossos amigos turistas sedentários extrapolarem na fuga, vão precisar descansar para recuperar o folego.
Mas tem que ter aquela laranja podre no saco né, durante todo o percurso na ilha vocês não usarão armas de fogo, então você passa um bom tempo naquela expectativa de pegar uma shotgun e abrir um buraco na cabeça do zumbi, depois de muitas quests você chega na cidade e é lá que você encontra sua primeira arma de fogo, uma pistola e nesse instante você se sente igual a quando você descobriu que o papai noel não existe, você descobre que um soco tira mais dano do zumbi que um tiro, sim! as armas de fogo são totalmente inúteis nesse jogo, só quebra um galho quando for contra um ser humano e não um zumbi, mas isso vai ser raro, a bosta é que nem a shotgun presta, quando eu a encontrei eu fui seco meter bala em um zumbi para ver ele ficar todo estourado, e também me decepcionei, além de gastar um dano ridículo ela não estoura o zumbi, parece que foi um tiro de espingarda de chumbo, essa foi a bosta do jogo, eles enrolam pra caramba para você botar a mão em uma arma de fogo, e quando você realiza o feito você se decepciona.
Tirando esse problema ridículo das armas, e umas falhas graves no gráfico Dead Island é um jogo bom sim e que você vai se divertir bastante, vale a pena lutar pela sobrevivência em Dead Island.
Prós: Ótimo RPG, muitos tipos de armas e personalizações, upgrades, zumbis especiais, veículos podem ser usados.
Contras: Gráficos deixa a desejar, armas de fogo podres, pouca presença sonora.
Obrigado por ler está análise, continue acompanhando e não deixe de comentar.
por Luan Caique
Jogo Rápido
Gráficos - 9.5
Som - 10.0
Jogabilidade - 9.5
Esqueça tudo o que você aprendeu jogando Tibia.
The Elder Scrolls sempre foi um RPG fora de série com seu mundo enorme, uma sólida mitologia própria e muita liberdade de ação. Oblivion foi um marco em 2006 e apenas cinco anos depois, a Bethesda supera sua obra-prima com Skyrim, um jogo capaz de levar os conceitos básicos da franquia a novos e gloriosos patamares. Prepare-se para perder sua vida social no momento em que colocar seus pés na terra gelada do norte de Tamriel.
Claro que para você entender como esse jogo é espetacular é preciso encará-lo da maneira como ele foi projetado para ser: uma fotografia de um período importante de uma região borbulhante de vida e seu herói que acaba entrando de cabeça numa aventura que não procurou, mas deve seguir com seu dia-a-dia enquanto lida com suas novas obrigações e deveres. Detalhes meu amigo, a questão aqui são os detalhes.
Apesar do mundo ser enorme e cheio de ruínas, cidades, cavernas e picos para explorar, cada detalhe foi pensado com cuidado, a trama encaixa com a mitologia e com os eventos apresentados, cada ruína existe por algum motivo histórico, cada missão é dada por uma razão maior do que simplesmente “meios de ganhar XP e ouro”, cada fala faz sentido com o personagem e sua situação atual.
Use um Shout (já falo deles) no meio da cidade e um guarda pedirá para você não incomodar os moradores, repita uma pergunta e levará um pedala de um NPC mais esquentado, pergunte da guerra civil em qualquer assentamento e vai perceber que todos os moradores se sentem ameaçados com a situação e, enquanto alguns opinam, outros preferem ficar de fora. Mesmo com tudo tão pensado, o jogo não é óbvio e o inesperado ainda pode acontecer a qualquer momento, como o ataque de um dragão aleatório a uma cidade, um mensageiro trazer uma importante notícia ou uma ruína se mostrar muito mais complexa do que o prometido.
Skyrim não é apenas uma aula de como criar um mundo vivo e convincente, é também uma lição de jogabilidade, visual e especialmente efeitos sonoros. No que toca o primeiro quesito, algumas mudanças óbvias em relação a Oblivion podem ser percebidas desde o início. As estatísticas mudaram, algumas skills foram retiradas, as raças jogáveis oferecem vantagens e bônus diferentes (os High Elves podem regenerar magia rapidamente, por exemplo), oito atributos foram eliminados, entre eles agilidade, velocidade e inteligência, tudo para facilitar a vida do jogador, sem deixar o jogo “burro”, mas aumentando a relevância das decisões sobre o estilo de combate e escolha de habilidades.
Os controles são simples e intuitivos e tanto em primeira pessoa como em terceira fazem o jogo fluir de forma coesa. Sobre as câmeras, a visão pelas costas melhorou muito e é possível manter totalmente o controle do personagem mesmo nas batalhas mais confusas, uma das falhas de Oblivion. Em geral o game funciona bem como um RPG de ação, porém usar da furtividade para ultrapassar os perigos é igualmente possível. No final das contas o que determina a sua maneira de jogar são as escolhas, a forma como o personagem se especializa em uma skill em detrimento da outra. Como não existem classes, suas opções são inúmeras e é possível descobrir suas preferências enquanto joga, não logo de cara sem nem ter testado o sistema.
A evolução de personagens continua similar a Oblivion. Você não sobe de nível matando inimigos e ganhando pontos de experiência, mas sim evolui suas habilidades conforme as usa, o que é muito mais verossímil. Usar uma magia com eficiência aumenta o seu poder, criar um item na forja aumenta a qualidade do material. A cada nível você tem direito a um "perk", uma habilidade relacionada com aquela skill, como, por exemplo, dar mais dano com uma espada de duas mãos. Funciona bem e não exige horas de cálculos.
Uma das novidades de Skyrim é o sistema de Shouts, ou gritos, poderosas habilidades mágicas dracônicas que não exigem especialização para serem usadas no máximo de seu poder. Cada grito é composto por três palavras, aprendidas em masmorras e locais remotos, e podem ser utilizadas após o personagem do jogador absorver Dragon Souls, almas liberadas após a morte de um dragão. Cada grito tem uma utilidade, como impulsioná-lo para frente (útil para os apressados e também para ultrapassar perigos), mudar o clima, inutilizar ou até matar seus oponentes. Novamente, o uso e aprendizado desse poder não vai deixar ninguém estressado.
É claro que com toda essa liberdade e facilidade você pode criar e melhorar seus próprios itens, armas e armaduras em um sistema realista, divertido e extremamente amigável. É possível minerar metais preciosos, derreter a pedra, transformá-la em uma barra de metal e utilizá-la para melhorar seus equipamentos. Usando soul gems você pode encantar seu equipamento com magias que aprendeu ao fazer uma espécie de engenharia reversa mágica. Misturando elementos naturais e místicos você ainda cria poções e venenos. Simplesmente sensacional e prático.
Como nem tudo é perfeito, o título sofre com diversos bugs, o que é até compreensível levando em consideração o tamanho do projeto, mas não é perdoável. É irritante ficar preso em partes do cenário, ver NPCs pulando travados em escadas, corpos de inimigos mortos entrando nas paredes, entretanto, isso tudo é tranquilo perto de alguns problemas que podem impedi-lo de terminar a campanha principal. Uma porta que não abria em uma determinada quest quase acabou com minha diversão antes da hora, por sorte o problema foi resolvido, mas não esquecido. Outra coisa que irrita um pouco são os constantes loadings, cada porta que você cruza em uma cidade, por exemplo, exige que o jogo carregue a área.
Fora esses inconvenientes, Skyrim é um jogo espetacular e isso se reflete em sua área técnica. A interface é limpa e funcional e criada com cuidado para deixar o jogador confortável, mas isso é o de menos, pois o gráfico como um todo ficou impressionantemente melhor do que o de Oblivion ou de Fallout. O design de cada item é cuidadoso, cenários são estupendos, com belas montanhas, cujos picos podem ficar obscurecidos por nuvens, planícies e florestas densas e realistas, cidades grandiosas e cheias de vida, até o céu estrelado é uma obra de arte.
Viaje para a garganta do mundo e presencie uma aurora boreal e me fale se não é de tirar o fôlego. O único problema visual fica por conta de algumas animações de personagens, um pouco mecânicas e artificiais, além de alguns momentos nos quais as coisas desandam de vez, como combates maiores. Realmente esperamos que a Bethesda dê um pouco mais de atenção aos humanos quando for produzir The Elders Scrolss VI, que certamente será lançado algum dia.
O que não dá motivo para reclamações de forma alguma é a parte sonora de Skyrim. A trilha é poderosa, com temas épicos e canções medievais típicas que colocam qualquer um no clima sem muito esforço. Na verdade, ouvir cada som deste game é um prazer. O rugido de um dragão se aproximando ou do saque de uma espada soam tão reais quanto é possível e a dublagem é de ótima qualidade até para os personagens de menor expressão. Falas repetidas aparecem eventualmente e são como um choque que abalam a imersão, mas isso só acontece pelo fato do jogo dar poucas brechas como essa.
Grandioso, The Elder Scrolls V: Skyrim é um exemplo a ser seguido por outros RPGs. Sua campanha não é nada perto do colossal mundo que sempre guarda mais uma surpresa naquele local escondido que você não explorou da última vez que passou por tal estrada. A liberdade e a imensidão podem incomodar alguns jogadores mais impacientes e, embora seguir a história principal sem se preocupar muito com o resto possa resolver esse problema, faz essa nota aí de cima perder muito de seu sentido.
Agora, se você está preparado para se comprometer com o mundo magnífico e grandioso de Tamriel, entrar na pele de Dovakihn, fazer amizades com reis e plebeus, visitar dungeons antigas, eliminar inimigos terríveis e viver sua vida em meio a eventos grandiosos que definem uma sociedade, então Skyrim será tudo que você poderia esperar de um RPG atual.
Obrigado por ler está análise, continue acompanhando o blog e não deixe de comentar
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Por: Eduardo Vol
Jogo Rápido
Gráficos - 7.5
Som: - 7.5
Jogabilidade - 7.0Bem vindo a Hogwarts, agora em LEGO.
Um dos maiores sucessos da literatura, e que se transformou em filme, games, brinquedos criando legiões de fãs, adultos e crianças pelo mundo todo, sim minha gente estou falando de Harry Potter, uma série de livros criada pela escritora J.K. Rowling que se tornou a mulher mais rica no mundo da literatura em resultado do sucesso de sua criação. Depois de todo esse sucesso é hora de explorarmos o mundo de Harry Potter de um jeito diferente, em LEGO. Com o lançamento de LEGO Star Wars em 2005 os jogadores se surpreenderam com tamanha criatividade do pessoal da Traveller's Tales em criar uma aventura como aquela em Lego, e é claro que a idéia foi aplaudida e em resultado disso muitos títulos de grande porte foi criados em lego como Indiana Jones, Batman, Piratas do Caribe e até Rockband. O game que é sinônimo de diversão está disponível para Xbox 360, Playstation 3, PSP, Nintendo Wii, Nintendo DS e PC.
Com LEGO Harry Potter 1-4 você vivera as aventuras de A Pedra Filosofal, A Câmara Secreta, O Prisioneiro de Azkaban e O Cálice de Fogo, o game desenvolvido pela Traveller’s Tales foi lançado em Maio de 2010, e teve sua seqüência já criada “LEGO Harry Potter 5-7”. O jogo aparentemente é focado para as crianças, mas ao começar a explorá-lo você percebe o quanto é divertido e acaba gostando, sendo adulto ou criança. No game cada ano é feito em 6 fases, você completará objetivos e irá explorar os mapas para conseguir os coletáveis, que são bastante, mas além do modo Story, você poderá andar livre pelo castelo de Hogwarts, Beco Diagonal, Caldeirão Furado e alguns outros lugares.
O jogo teve um melhora em termos de gráficos diante dos outros jogos Lego, a jogabilidade continua padrão, a única mudança será os feitiços que você vai ser capaz de soltar, você poderá usar em média de 150 personagens (incluindo animais, como o Perebas) um numero grande, maior que os outros títulos Lego. Na parte sonora não a muito que avaliar pois é um jogo sem dialogo, apenas gestos mas toda a trilha sonora dos filmes de Harry Potter está presente no jogo dando ao jogador mais prazer em desfrutar o game, outro ponto forte dos games Legos é suas paródias criadas dentro da história que causará muitas gargalhadas, ainda mais por ser um jogo sem dialogo, que facilitará o entendimento de muitas pessoas. No jogo você aprendera os feitiços de acordo com os anos que se passa, você será capaz de usar desde o Wingardium Leviosa, e até mesmo invocar o Patrono. Resumindo, se você é um fã de Harry Potter, o game é indispensável para você, e você que está procurando um jogo divertido, para jogar com o filho, com a esposa ou mesmo com os amigos, compre que você irá ficar satisfeito
Prós: Diversão para todas as idades, fidelidade na história e na trilha sonora, bastantes personagens e gráficos melhorados.Contras: Fases na Floresta Proibida um tanto enjoativas.
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Por: Eduardo Vol
Jogo Rápido
Gráficos - 9.0
Som - 9.5
Jogabilidade - 9.0
Começou a 3° Guerra Mundial, e com a mesma engine.
A espera de milhões de pessoas acabou dia 8 de novembro de 2011, o mito, o grandioso, o picão voltou. Sim, estamos falando de Call of Duty: Modern Warfare 3, o FPS de tirar o sono, desenvolvido pela Infinity Ward e pela Sledgehammer Games. MW3 teve uma recepção calorosa em seu lançamento batendo recorde de vendas e se tornando o maior lançamento na industria de games com 9,3 milhões de games vendidos e não é só isso, em apenas 5 dias de lançamento, o game rendeu mais de 750 milhões de dólares, mas será que isso tudo é resultado de que MW3 é um jogo inovador, revolucionário? Bom, é o que vamos analisar.
Falando do MW2, continuação do Call of Duty 4, no seu lançamento o mundo presenciou um jogo que revolucionou o FPS, era uma obra de arte, uma coisa linda, tinha até uma missão no Rio, mas o maior problema de criarem um jogo perfeito, é que não a muito o que mudar em sua continuação, foi o que vimos em MW3, após muitos jogarem sua campanha, seu multiplayer e tudo o que o título tema oferecer, se sentiram em MW2 de novo, pois o jogo pouca coisa mudou, Glen Schofield gerente geral da Softhouse afirma que o jogo mudou bastante e é só comparar, mas na real não mudou, mesma engine talvez, eles negam, se realmente mudou foi como trocar 6 por meia duzia. Só que vamos manter a calma, olhe bem, eu não disse que o jogo está ruim ok, o jogo está ótimo, gráficos lindos, a campanha está curta, mas eletrizante, com cenas de ação dignas de filmes hollywoodianos, efeitos sonoros de vibrar o quarto, e o nosso Multiplayer explosivo.
O modo campanha, relativamente curto, com uma duração média de 5 a 7 horas horas, houve algumas mudanças, mas não de jogabilidade, e sim dos efeitos. Cada missão que você inicia, você ira se sentir em um filme, resultado das coisas loucas que rolam, por exemplo na fase que sequestram o avião do presidente russo, durante o tiroteio com os invasores, a calda do avião literalmente sai, ai então você percebe que o avião está no chão e começa ver a calda se chocando com a torre de comando e as arvores, SENSACIONAL sem contar que você matará inimigos em gravidade zero. O enredo continua sobre a invasão da Russia nos EUA, e se passa em muitos lugares famosos como Londres, Nova Iorque, Washington, Paris(sim, vão derrubar a Torre Eiffel) e muitos outros. O Multiplayer teve suas melhorias também como novas perks, novos recursos e o lançamento do Call of Duty ELITE, que irá te beneficiar com muitas facilidades de conversação com os amigos, e agora os jogadores poderão usar um único perfil que manterá suas estatísticas não importando se você está jogando o MW3 ou o Black Ops.
A grande novidade nesse título sem dúvidas é o Modo Surviver, que com o nome vocês já deve imaginar como funciona, você começará zerado de grana, apenas com uma pistola (isso no easy) e tem que sobreviver a infinitas rodadas de inimigos, e com a matança você vai subindo de nível e ganhando dinheiro, você pode comprar armas, perks, turrets, e até apoio aéreo. De acordo com as waves que você completa, os inimigos vão aumentando e se fortificando, você enfrentará desde aqueles loucos da Africa sem camisa, até Juggernauts acompanhados de Helicópteros e Claymors pelo mapa, é foda demais, ainda mais com os amigos. O modo Special Ops ainda existe, mas não fugiu do Padrão de MW2, praticamente igual, o mesmo sistema de estrelas e com Ops que é preciso ser feita junto com um amigo.
Voltando ao assunto do começo, todo fórum e coisas do gênero relacionado a Call of Duty Modern Warfare 3, você verá que estão dizendo que o jogo é cópia antecessor, isso é uma opinião muito pessoal, vai de cada um, você tem todo o direito em achar que o jogo é apenas um Call of Duty 2,5 porque é, mas isso não tira os créditos, é um jogo FODÃO, um jogo de reunir a galera, de passar madrugadas no multiplayer. E aqui vai a opinião do Editor, Call of Duty MW3 é melhor que Battlefield sim. Além disso, é o MW3 que é progenitor do Blog Aquela Jogatina, foi pelas jogatinas que MW3 proporcionou com os amigos que eu tive a ideia de criar o Blog.
Falando sobre polêmicas, MW3 teve a sua, com uma cena em Londres, onde uma criança é morta. O vídeo abaixo mostra a cena.
Prós: Gráfico melhorado, efeitos sonoros vibrantes, cenas dignas de filmes em lugares fodas, CoD Elite, ação interrupta, melhoria no multiplayer.
Contras: Pouco diferente do antecessor, campanha curta.
Obrigado por ler está análise, continue acompanhando o blog e não deixe de comentar.
Por: Eduardo Vol
Jogo Rápido
Jogo Rápido
Gráfico - 5.5
Som - 6.5
Jogabilidade - 6.0
10 anos de espera, é cagar ou sair da moita, e por fim, cagaram.
1997, foi quando o nome Duke Nukem Forever surgiu e começou a ser desenvolvido e em 2010, TREZE anos depois, foi quando o jogo foi lançado. Foi anos turbulentos na produção de DNF, a 3D Realms, desenvolvedora inicial do projeto, ficou com um cu doce do caramba pra lançar o game, desde 1997 á 2008, adiando a data e lançando imagens do jogo e então os fãs ficaram no aguardo até perder as esperanças pela demora, quando que em 2010 foi finalmente lançado pela Gearbox Software. Com todo o tempo que demorou para o lançamento, era obrigação ser um jogo decente e com caracteristicas para combater contra grandes jogos do ano, mas não foi o que aconteceu.
O enredo do jogo é aquilo de se esperar, os aliens invadem a terra e todos precisam da ajuda de Duke para expulsar os bichos do planeta e salvar a vida das gostosas que pagam pau para ele, é isso mesmo, mas também, estamos falando de Duke Nukem, é isso que queremos, um enredo clichê que vai render algumas risadas pelas coisas que rolam durante o jogo, o game tem piadas legais, como uma hora que Duke encontra suas garotas se transformando em Alien dizendo ''Duke, não tivemos culpa, foi a nossa primeira vez... com um ET'' eu também ri muito com a paródia que fizeram do Christian Bale, pela briga que ele causou no Set do Cavaleiro das Trevas, no jogo, na parte do estúdio tem um cara discutindo com um funcionário usando as mesmas falas que Christian usou em sua discussão no set, realmente é hilário e ainda se você bater no cara ganha uma conquista com o nome de ''Ninguém gosta de chorões''
Bom, agora vamos ser realistas e falar sobre o jogo, no prólogo, quando Duke está em sua mansão, jogando o próprio jogo(Duke Nukem) uma de suas mulheres pergunta ''o jogo é bom Duke?'' e ele responde ''é claro, depois de 10 anos como não seria''. Essa foi a piada mais engraçada, pois o jogo não é bom. Não sei como eles tiveram coragem de dizer que este jogo está terminado, os gráficos estão ruim, as texturas parecem que foram tiradas de um jogo de 2008, a jogabilidade está estranha, para frente, para trás e pula, básico demais ela não foi explorada, não existe musica, apenas piadas para te fazer rir. O jogo é aceitável apenas por aqueles que jogaram os antigos games, pois com o Forever rolará muita nostalgia durante o jogo que vão prende-los no jogo mesmo com todos os defeitos dito anteriormente, vocês usarão as armas usadas antigamente, como a metralhadora de 3 canos, os lasers que são colocados nas paredes, a shotgun, bazuca e todo o resto com o mesmo design de antes, também enfrentarão os inimigos vistos antes, os porcos, os octobrains, aqueles aliens voadores e muito mais.O meu conselho é, compre o jogo se você realmente gosta de Duke Nukem, jogou os antigos jogos da série, está apenas querendo se divertir com piadas machistas e não se importa muito com gráficos. Se você é um fã de DN, compre, pois você vai se sentir em 1996 denovo.
Prós: Nostalgia total durante o jogo, piadas engraçadas, divertimento para aqueles que não exige muito de um game, e fãs de DN
Contras: Gráficos e jogabilidade ruins, jogo sem musica, algumas piadas desnecessárias, loading muito demorado, jogo mal produzido por ter demorado 13 anos a ser lançado.
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Finalmente um Mortal Kombat de verdade.
Bem vindo a um banho de sangue, mutilações, ossos quebrados e muita luta, com o mais recente Mortal Kombat, SIM! Ele voltou em sua nona versão e sem a participação de heróis (graças a Deus). Depois do não tão aplaudido Mortal Kombat VS Dc Universe o pessoal da Netherrealm lançou um Mortal Kombat decente, um orgasmo de jogo.
Novidades realmente legais nesse jogo e com certeza a mais foda é os ataques em raio-x, após um tempo de luta, sua barra de XRay enche, e você é capaz de dar um golpe, cada personagem tem o seu, quando seu golpe for bem sucedido você irá realizar um seção de ataque brutal e que aparecerá em uma visão em raio X do seu personagem destruindo seu adversário, será brutal mesmo, como a lamina do Baraka atravessando seu crânio pelo olho, até o Sub Zero congelar e despedaçar o seu rim com a mão. Temos a Challenge Tower que é uma torre com apenas TREZENTOS desafios, desde o nosso old test your might até vencer uma luta com a câmera de ponta cabeça, ou até mesmo derrotar seu inimigo lançando as partes do seu corpo, realmente é hilário, e também temos o modo 2x2 que você poderá escolher 2 personagens.
Analisando o jogo em si, vocês verão gráficos perfeitamente produzidos, golpes muito bem desenhados e facilmente executado por uma jogabilidade bela, os mapas ricos em detalhes... chega a ser lindo, como no mapa do deserto que é um dos que me deixou de boca aberta em relação ao trabalho do pessoal da arte. E algo de grande importancia é que o jogo contêm o menu em português. Outro ponto forte do jogo é os Fatalities, Stage Fatalities e Babalities, irá ser uma seção de canibalismo, mutilação, tortura e muitos pedaços de corpo voando pela tela, em especial um fatalitie do Reptile que você se lembrará muito do vídeo, 2 girls and 1 cup, sem mais comentários hehe. Lista de Fatalities, Stage Fatalities e Babalities: Lista
Resumindo, compre, compre e digo de novo, compre porque esse jogo é pra te fazer feliz, não fique com medo achando que não vai gostar, é garantia de divertimento.
Prós: Muito sangue, sem herois, altamente violento, velocidade e precisão nos golpes, ataques x-ray, Fatalities criativos e brutais, menu em português
Contras: Shao Khan é apelão demais
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Contras: Shao Khan é apelão demais
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Por: Eduardo Vol
Jogo Rápido
Gráficos - 8.5
Som - 8.5
Jogabilidade - 9.0
Hora de botar ordem no Asilo Arkham
Nesse mundo dos games rola um grande preconceito com jogos de super heróis, pois geralmente ficam uma bosta, mas a uma grande diferença em fazer um jogo de herói e uma obra de arte, que é o caso dessa série do Batman que já está no segundo título, Batman Arkham Asylum foi lançado em 2009, desenvolvido pela Rocksteady Studios, sim é um jogo que foi lançado a um pouco mais de 2 anos, e garanto, é um dos melhores títulos dessa geração.

Batman Arkham Asylum é um jogo de ação-aventura com um estilo genial de stealth, no jogo Coringa é preso no Asilo Arkham, e quando é levado lá pelo Batman e os outros oficiais, Coringa consegue fugir, com a ajuda da Harley, e acaba fazendo a vida do Homem Morcego, e os oficiais do Asilo Arkham um inferno, no caminho atrás do Coringa, você enfrentará muitos inimigos clássicos e memoráveis das histórias em quadrinhos do Batman como o Scarecrow, Bane, Poison Ivy, Harley Quinn, Killer Crock e muitos outros. O jogo tem gráficos excelentes, uma jogabilidade que não deixa desejar em nada, o ponto forte do jogo é os Stealth Kills, você tem inúmeros modos de matar seus inimigos, você pode muito bem sair no pau batendo neles, mas duvido que você sobreviva batendo em inimigos armados, então o que você faz? Você pode pendura-lo nas estatuas que estão no teto, poder abrir um buraco no chão quando o inimigo estiver passando, você também pode ajustar um explosivo para do lado oposto à parede que o inimigo está, para derruba-la em cima dele, sem contar com todos os Bat-itens que você recebe durante o jogo.
Após todo esse tempo que o jogo foi lançado, o game está com um preço bem mais acessível, e é um daqueles que é obrigação de todos comprar, pois é um dos top 10 dessa geração, sem sensacionalismo, COMPRE! e em breve, comentarei sobre Batman Arkham City, a continuação tão foda quanto o seu antecessor Arkham Asulum
JOGO REALMENTE FODAAAAAAAAAAAAAA
Prós: Jogabilidade, som, gráficos, história, Stealth, TUDO
Contras: ...
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Por: Eduardo Vol
Jogo Rápido
Gráficos - 4.0
Som - 8.5
Jogabilidade - 6.5
Um clássico ressurge.
Depois de quase 7 anos de seu lançamento para GameCube, e também Ps2 e Wii Leon S. Kennedy dá as caras outra vez em Resident Evil 4 desenvolvido pela Capcom, agora em uma versão em HD disponivel para Xbox 360 e Playstation 3. Após o seu lançamento em 2005, muitos fãs da série, ficaram com um pouco de receio do jogo pois foi uma revolução da série, o estilo de jogo mudou muito, o jogo é focado mais na ação, jogabilidade diferente, um enredo não visto antes, alguns dizem não gostar pois perdeu a essência do Resident Evil, mas grande parte da multidão de gamers aplaudiu o jogo, pois realmente é um game bom, com o gráfico(na época) ótimo, jogabilidade simples e precisa, e que garante um bom divertimento e sustos que com certeza não pode faltar em uma franquia como essa.
Realmente estou muito feliz em ter esse clássico para está geração, é um jogo que me agrada muito, contêm conquistas(12) e que realmente é prazeroso conquistar os 1000g. Chega ser difícil de esquecer alguns momentos desse jogo, foi realmente marcante, como o duelo de facas contra o Krauser. Vale a pena comprar, e também contêm incluso todos os mini-games, e cá entre nós não á nada mais prazeroso que lutar pela sobrevivência no modo profissional.
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. Abaixo a lista de conquistas que contêm no jogo.
It Begins With a Ring (50 points)
Ganhará quando o sino do vilarejo tocar, não tem como perder esta
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Prós: Em HD, sustos com divertimento e bastante ação, sons vibrantes.
Prós: Em HD, sustos com divertimento e bastante ação, sons vibrantes.
Contras: Jogabilidade um poco complicada, gráfico não tão bom
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Por: Eduardo Vol
Jogo Rápido
Gráficos - 7.0
Som - 5.5
Jogabilidade - 3.5
Junte as esferas e deseje um jogo melhor!
Vamos falar sobre as coisas boas do jogo primeiro? Vamos porque irá ser rápido, pois são poucas coisas. Novidades nesse game(também, depois de 20 títulos tinha que ter mesmo) uma delas é o modo Hero, é o modo que você cria um Personagem de acordo com o seu gosto e sai por ai batendo em todo mundo, já graficamente eu não vi muita diferença mas continua bom, o mapa continua destrutivo e tal, durante o jogo tem cenas do desenho em HD muito legais de serem vistas de novo, realmente quem é fã vai curtir muito isso. Na parte sonora eu achei que podia ter melhorado, algumas falas fora de sincronia com a boca.
Eu não acompanhei o lançamento, os trailers e todas as coisas que veio com esse Dragon Ball, mas eu digo, QUE BOM. Pois se eu tivesse acompanhado desda produção do jogo, até o lançamento, minha tristeza teria sido muito maior. No PS, o Dragon Ball Z Legends, era um game simples, mas um puta de um jogão, e depois foi lançando vários jogos, e vários mesmo, nessa saga de jogos do DBZ, foi produzido uns 15 games pra mais. Pois bem, vários e bons games até que no final de 2011 literalmente CAGAM em cima de um jogo que pelo nome ”Ultimate Tenkaichi” era para ser o melhor de todos.
Eu vejo muita gente dizer que o jogo é bom, que era o que esperava e blá blá blá, mas tenho certeza que são fãs querendo salvar o nome do seu ídolo cabeludo dessa grande merda que fizeram. Começando pelo numero de personagens, desde o Budokai Tenkaichi 3(PS2) o game tinha um grande numero de personagens, e cada um com o seu tipo de evolução, mas tudo bem, isso não estraga um jogo, estou apenas deixando o pior pro final. O mais engraçado é que logo no começo você assiste a abertura do desenho em HD, com a velha musica que faz lembrar da sua infância, ai você já fica com aquela puta vontade de jogar, tendo a sensação que está presenciando uma obra de arte do ano… ai você começa o modo história e sua vida se torna um pesadelo.
Então você descobre que o jogo que você achava que seria o The Best, é apenas um jogo de sorte, que a luta é definida por quem acerta o primeiro golpe, vou explicar. Não tem segredo É ISSO MESMO, o jogo é isso, se você começar batendo no seu inimigo seu personagem faz o resto dando um combo sem você ter esforço nenhum, é só assistir enquanto o seu personagem fica batendo lá na TV, e você fica assistindo a isso, e seu amigo que está jogando contra você fica com uma cara de perdido. Ai depois que acabar o combo, começa o momento mais importante do jogo, o momento de quem vai conseguir dar o soco primeiro outra vez, pois assim que você acertá-lo com o soco, o seu personagem faz o resto, sério não to brincando. Esse game infelizmente se baseia nisso.
Eu tenho pena dos fãs da série, que se deparam com uma ”alegria” dessa nesse fim de ano, não sei se eles achavam que a jogabilidade era muito complicada e quiseram ”facilitar” ou estavam com preguiça de fazer a porra direito, eu não sei, eu só sei que eu quero meu dinheiro de volta, e que façam um jogo semelhante ao Budokai Tenkaichi 3, que aquilo sim, eu me divertia. É pessoal, é triste, mas o jogo está um bosta, não tem como dizer ao contrário, essa foi minha primeira postagem em meu blog, espero que curtam, e compartilhem. Obrigado.
Prós: Cenas do desenho em HD, Hero Mode.
Contras: Poucos personagens, jogabilidade ridícula, você não joga apenas assiste, áudio ruim, campanha tediosa.
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